quarta-feira, 31 de março de 2010

Se eu pudesse, eu matava mil.

Bicho, o assunto tá saturado e ninguém mais aguenta piti de mulher mal humorada.

Mas vou dizer, eu só preciso de um taco de beisebol. Eu seria muito mais feliz com um taco de beisebol. Eu quero um desses pra acertar uma cristaleira da Bergerson ou a vitrine de uma H.Stern. Aposto como meu humor ficaria bem menos ácido.

Ironias a parte, acontece que, por vezes, entrar num processo de desintoxicação de energias velhas, negativas e acumuladas se faz necessário. Você deixa de atender um telefonema, dá um perdido num pedido absurdo de quem quer o seu braço quando você só está oferecendo o dedo mínimo e até finge que está com pressa quando encontra aquele bacanudo parasita no supermercado. Eu me sinto meio desumana em situações como essa mas, juro, é inevitável. No momento em que se deprimir com o som da torcida de um time de futebol se torna verdade na sua vida, chacoalha a toalha, meu bem. Tá na hora de cuidar de você. Cuidar mesmo, fazer programas solitários e totalmente auto-suficientes, tomar banho na banheira, comprar mil cremes anti rugas, encher a casa de incensos e fazer somente o que der vontade.
Na próxima encarnação solicito nascer sem útero, baixa produção de estrogênio e progesterona e, de enxoval, só um taco de beisebol.


Mas final de semana eu já estarei louvando aos cosmos por ser mulher. E prometo estar de bom humor. ;)

terça-feira, 30 de março de 2010

Livin la vida louca...


Queridas! Babado fooooorte! Nosso lindo, maravilhoso, apaixonante e gostoso Ricky Martin resolveu sair do armário. No texto de seu blog pessoal revelou que começará a escrever suas memórias e achou interessante revelar sua sexualidade nesse momento de sua vida. Num texto lindo, que me deixou emocionado, diz “É um processo muito intenso, angustiante, doloroso, mas também libertador", também que as coisas que o mascaravam o deixavam demasiadamente pesado. Num desfecho maravilhoso diz que é abençoado por ser quem é. Também fala sobre as pessoas que as vezes o desencorajavam... "Muita gente me disse que não era importante fazer isso, que não valia a pena, que todo o meu trabalho e tudo o que eu conquistei iria ruir. Que muitos nesse mundo não estariam preparados para aceitar a minha verdade, a minha natureza. E como esses conselhos vinham de gente que amo com loucura, decidi seguir adiante em minha 'quase verdade'. MUITO RUIM. Deixar-me seduzir pelo medo foi uma verdadeira sabotagem a minha vida. Hoje me responsabilizo por completo por todas minhas decisões e minhas ações". Que bonito isso! Sabe, as vezes queria ter a coragem que nosso amigo teve. Ele tem dois filhos gêmeos que nasceram de barriga de aluguel... E nada disso põe em cheque toda a trajetória do lindo Martin. O que falta para a sociedade é ver-nos como seres que são muito mais que a sua sexualidade. Eu estudo, trabalho, saio, tenho amigos de todos os gêneros, sou comum. É verdade que as vezes queremos nos superar nas coisas para provar que somos pessoas constituídas de dignidade. Hoje tenho me surpreendido com meus amigos. Vários deles, héteros, que poderiam como muitos já fizeram, me deixar de lado ao saber, me apoiam e dizem que sabem quem eu sou, e isso é apenas um detalhe. O mundo parece estar querendo entender-nos. E isso é tão bom. Sinto um começo de liberdade nascendo no meu peito, uma vontade de gritar e sair por aí chorando de emoção por não me sentir uma aberração polêmica. Ainda há muito o que colorir nesse mundo tão triste e enfadonho, mas confesso, a cada dia vejo mais cores por aí, e isso tem me ajudado a viver feliz.... Livin la vida louca...

segunda-feira, 29 de março de 2010


Mexendo na Bolsa também é ciência!
Vi no BBC Brasil:

Compulsão por gordura funciona como vício em cocaína, diz estudo

Uma pesquisa publicada esta semana afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos.

A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas como cocaína, a compulsão por comidas gordurosas - como doces e frituras - é extremamente difícil de ser combatida.

O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando.

Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.

O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma.

Obesidade
Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam.

"No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida."
A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente.

O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deles se recusaram a comer e preferiram não se alimentar.

Prazer
Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão.

O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer - como o provocado por comida, sexo ou drogas.

Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina.

sábado, 27 de março de 2010

Da maternidade

“No final das contas, matar minha mãe foi bem fácil. A demência, conforme desponta, tem o poder de revelar o âmago da pessoa afetada. O âmago de mamãe era podre como a água fétida de um vaso de flores mortas”.

Assim, leve, começa Quase Noite, de Alice Sebold. Li o primeiro capítulo, mas dele não passei. Fiquei pensando nisso e depois assisti à condenação de Alexandre Nardoni pelo assassinato da filha.

Filha morta pelo pai, de acordo com a Justiça, na vida real. Mãe morta pela filha, na ficção.

(...)

Minha mãe passou uma semana inteira sem falar comigo.
Assim, sem nem me explicar o motivo. Eu o adivinho, mas não me arrependo nem um pouco, muito menos acumulo alguma culpa por conta dele.

Não cheguei a me sentir mal com o silêncio, mas sei que deveria. Mãe como sou, tenho dimensão da intensidade do relacionamento que existe (ou deveria haver) entre nós, mas por mais que eu tente e queira, nunca chega a isso. Para mim, ela é só uma estranha. Uma estranha com quem eu sempre tento ser simpática.

Uma estranha que retribui a simpatia, mas uma estranha.

Algumas vezes eu gostaria de entender isso, não tanto quanto gostaria de ter uma mãe para mim, uma daquelas estilo inteira, pacote completo, o que tento com o Totonho (mas também não sei se dará certo). Cruel, você que me está lendo, deve pensar. Sim, não nego, em nenhuma outra situação me sinto tão tirana como nessa (mas não sou ruim ao ponto de dizer isso para ela, e isso deve somar alguns pontos). Sei que me sinto mal quando esqueço de fingir que não me aflijo com isso. Por mim e por minha mãe. Dói.

De vez em quando eu gostaria de poder sentar com ela, contar as aflições do trabalho, aber como ela se sente, pedir um conselho sobre alguma possibilidade de um relacionamento, mostrar a música que descobri e é da época dela, o livro que ela poderia gostar... Procurando bem, da mãe que quis para mim encontro inteiro apenas um episódio. Ela, que deixou para o meu pai a tarefa de contar que existia menstruação, que nunca soube pela minha boca de um namorado, que não me aconselhou a nada que não fosse absolutamente casual, que me pediu para não ir para a universidade... Ela foi a primeira pessoa da família para quem falei da gravidez, por telefone e por extrema necessidade, mas foi a primeira a manifestar apoio. Não foi pouco, ainda que inesperado.

Eu sei que ela não é uma má pessoa, pelo contrário, sei que é boa - e generosa, sim, Paulinha, às vezes admito.Só não é a mãe que eu queria ter, a que eu um dia pretendo ser. Para mim não, mas quem sabe meus irmãos pensem diferente e o erro esteja nessa pecinha aqui. Não sei. Hoje eu queria saber o que é uma relação ideal entre mãe e filha, só isso. Cansei de tentar reverter o quadro e imaginar.

P.s.: ela voltou a falar comigo e eu não pretendo matá-la. Só para que fique claro.

quinta-feira, 25 de março de 2010

A culpa é das princesas??


Adoro filmes... sem uma preferência clara por algum tipo. Desde filme de suspense a filmes bobinhos de sessão da tarde! No último feriado, parei para assistir sessão da tarde. Estava passando Mulan. Assistindo aquele filme, lembrei de um artigo que li uma vez criticando as princesas da Disney, pois iam contra os princípios feministas e mexiam com a cabeça das crianças.

O filme me fez analisar duas vertentes. Primeira, adoram colocar a culpa na mídia. Não estou defendendo apenas porque vivo nesse meio. Mas é que é mais fácil jogar em uma instituição amorfa a responsabilidade pelos atos de cada um. Aqui, até o aumento dos casos de dengue um vereador colocou que era em parte responsabilidade da imprensa. Quantos filmes violentos, você leitor já assistiu? Agora pergunto, já saiu atirando em alguém por 'influência' da mídia? Aposto que não. O cinema, acredito ter sido extremamente injustiçado nessa questão. É nesse ponto que entram as princesinhas da Disney.

O artigo: A Disneyzação da Cultura Infantil, de Henri Giroux, debate o poder que a empresa possui. Segundo o autor, contos como a Bela Adormecida são exemplos de representação da mulher submissa, cujo único objetivo é esperar passivamente o príncipe encantado. Gente, eu cresci com esses filmes, e não acredito que seja passiva, muito menos submissa, em qualquer tipo de relacionamento. Pessoal ou profissional. Cada filme reflete a sua época. Não lembro quem era o autor da frase que dizia que jamais uma análise do próprio tempo será isenta, pois o pesquisador está intimamente relacionado com o objeto de estudo. Vocês assistiram 'E O Vento Levou'? Scarlet O'hara era extremamente avançada para sua época, chegava ao 'absurdo' de recusar um pretendente. Hoje, quão moderna ela é? Assim acontece com as princesas da Disney.
Voltando a Mulan, um desenho mais atual, hoje a mulher é outra. Isso se reflete no que é produzido. Mulan vai para a guerra, enfrenta seus pais e o preconceito de um país para salvar seu pai. Isso seria viável para a época em que Branca de Neve foi feito? E assim, encerro meu segundo ponto. A culpa não é da mídia, esta é apenas um reflexo da sociedade. Concorda ou não??

terça-feira, 23 de março de 2010

Por que as mulheres choram em casamentos?

Fiquei encucada com o assunto. Ainda mais porque, dos seis comentários no meu post anterior, 3 eram mulheres afirmando que, sim, choram em casamentos. Duas garantiram que não e uma disse que às vezes. Então, por que as mulheres choram e se emocionam tanto em casamentos?
"Um dos desejos primários da mulher é a maternidade", comenta Pedro Paulo Rodrigues Cardoso de Melo, psicólogo. "O homem é muito mais macho do que pai. A mulher é muito mais mãe do que fêmea", continua. E daí? Não é preciso casar para ter filhos.
Calma, moçoilas. O psicólogo ainda não terminou. "A mulher tem esse sentimento de maternidade inerente e o casamento representa isso. Então mexe com ela", garante.
Para exemplificar melhor, Pedro Paulo compara o desejo do matrimônio e da gestação ao medo que o homem tem de ficar sexualmente inativo. "Porque o sentimento de masculinidade do homem está refletido na virilidade do homem", aponta. Para o psicólogo, esse é o motivo de os homens falarem tanto de sexo. Já as mulheres, não, reflete.
O que explica muitas mulheres não se sentirem emocionadas tanto quanto antes é a revolução dos sexos. As mulheres deixaram de lado o desejo primeiro de manter uma família. Agora querem mais. Muito mais. E, com isso, teve que amadurecer seus sentimentos e emoções. Isso, talvez, as tenha tornado menos suscetíveis às manifestações emotivas a que causam os casamentos.
E você, concorda com isso? Acredita mesmo que o matrimônio represente a maternidade? E os homens, só pensam em sexo? No que pensam as mulheres?

segunda-feira, 22 de março de 2010

Diga o que tu bebes que eu te direi quem és?

A maioria das revistas femininas são engraçadas. As manchetes prometem milagres no amor, na cama, no seu corpo. Tem a matemática do amor para aquelas que querem somar e diminuir as diferenças com o parceiro ou possível parceiro; tem os mil e um segredos da Índia, mantras, posições, véus e tudo o mais que o magazine achar necessário para afirmar que, se seguir o passo a passo, o chá de calcinha estará garantido e, como não podia faltar, tem a dieta milagrosa, que emagrece mesmo – para que mais?
Neste mês a revista Nova promete desvendar as qualidades e defeitos dos homens, através de suas preferências alcoólicas. “Bebidas revelam a personalidade do gato”, afirma o magazine. E mais “Se o seu radar para o Mister Perfeito anda falhando na balada, talvez você esteja ignorando uma pista infalível sobre como cada homem pensa, age, transa: o drinque que ele escolhe.” Aceita um drink?
De acordo com a Nova, aquele que segura a cerveja tende a ser o mais popular da turma, confiante e bom de cama. “Na cama tem pegada forte e faz o serviço completo”. Se o copo for realmente a medida, as mulheres não têm do que reclamar: 90% dos homens tomam cerveja. Logo, mais da metade dos homens possuem esses requisitos ai. E, cuidado, porque a personalidade varia se a cerveja for importada e se for chope.
Se você não gostou das características dos que tomam cerveja e afins, tem o uísque, o martini, a vodca. Para cada bebida, um homem diferente. Alerta para os que consomem caipirinha! A caipira, drink tipicamente brasileiro, pasmem – eu não imaginava – é bebida de gay. “Como muita gente acredita que caipirinha combina mais com gays, um homem que não vê problemas em saboreá-la com vodca ou cachaça é autentico.”
Então, se não é homo, é autêntico. Que beleza. Se bebe vinho é rico. Mojito? É viajado e capricha nas preliminares (dá-lhe mojito neles). Ele toma vodca com energético? Daí é companheiro, divertido, tem pique.
Radar para o Mister Perfeito?
Caçando amor na balada?
Pensar, agir, transar, tudo é uma questão da bebida alcoólica ingerida?
Segundo Silvio Sussumu Sakuma, psicólogo, a questão não é tão simples assim, do tipo copo na mão com bebida tal e o sujeito será assim e assado. “As escolhas estão voltadas mais a questão de maturidade, as questões de vivencias. A questão de escolher uma bebida pela personalidade é bem projetivo da parte do homem. E essa escolha de bebida por personalidade não é só para o homem, mas para a mulher também”. Eu gosto de tequila, e você? Não confiei e nem concordei com as descrições. Você é aquilo que você bebe?

domingo, 21 de março de 2010

Se “é chato chegar a um objetivo num instante”...

Dor. A ansiedade e queixas de esperas caracterizam personalidades angustiadas. Pessoas que não controlam o nervosismo, que estão em constante movimento. Pessoas que não relaxam, que não sentem, não vivem. Figura imponente, forte. Tão valente quanto frágil é. Desta maneira, na terceira pessoa, como resposta.
Esperas criam resistências, criam controle - auto-controle. Esperas indesejadas e fora do controle. Está nas mãos de outrem, na sua mão, no coração, no seu.
O cérebro funciona, até quando desligado, não pára. Inércia. Saudade. Impotência, poucos argumentos. Convicção. Conformismo.
Eu espero. Ainda que não seja. Ainda que doa. Eu quero. Na primeira pessoa.

sábado, 20 de março de 2010

Um amor só é bom quando é pra dois.


Não sei vocês mas eu tenho a velha mania de esperar das pessoas aquilo que elas não podem me dar. E eu sei que eu que estou errado, porque ninguém tem obrigação de nos oferecer gratuitamente aquilo que não querem ou não possuem. Relacionamentos. Ouvi uma amiga dizer... "Querido, relacionamentos servem para fazer bem e não mal..." aí fiquei refletindo. Acontece que quando a emoção entra em questão a razão fica mesmo de lado, no meu caso. Aí que as pessoas se aproveitam e apenas te usam. Mas eu tenho aprendido a cada relacionamento novo que tem que ser recíproco. Não só no sexo mas em todos os aspectos. Tudo bem, existem várias personalidades mas isso não justifica alguém não te responder a um sentimento... Portanto, se isso estiver aconetecendo comece a colocar os pés no chão e olhar as atitudes da pessoa com a razão. Eu me cego e me jogo nesses joguinhos de amor. Muitas vezes acabei me machucando. Escutei também dias desses que deveria me entregar menos ou mais devagar... Respondi que prefiro viver o momento e depois quebrar a cara a não viver e perder a chance de um possível ótimo relacionamento. Claro, foi uma resposta defensiva pois estava vivendo um relacionamento no qual eu via claramente que não estava sendo correspondido mas estava insistindo em colocar um tapão nos olhos e continuar... É coração... E agora meninas? O que a gente faz quando não é correspondido? É complicado contrariar o coração ao mesmo tempo que é foda mesmo viver uma ilusão... Ai que rolo... Me ajudem...

sexta-feira, 19 de março de 2010

Chatroulette

Vamos falar um pouco de tendências, ninguém ainda escreveu sobre esse tema, então eu darei o start!

Eu adoro ficar fuçando na internet, confesso que passo mais tempo do que deveria vendo as mais diversas bobagens, e a bobagem mais nova chama-se Chatroulette, traduzindo ao pé da letra significa roleta de bate papo ou bate papo alheatório, que nada mais é você entra no site, e clica em Play, e a mágica é feita, uma pessoa aleatória, que também esta na rede, conecta a você, e vocês começam a conversar. Agora você me pergunta, qual é o barato disso? Calma, eu explico: você tem a opção de ficar com a web cam ligada (a maioria das pessoas fica ligada), e vê cenas e pessoas bizarras, algumas bonitas, varia do gosto do freguês, e se você não foi muito com a cara do seu parceiro, pode apertar o next que te conectará a outra pessoa. O legal de tudo isso é o serviço ser anônimo, não é necessário cadastro, nem registro de email, nada, apenas entrar na pagina e dar o play! Outro detalhe você não consegue falar duas vezes com a mesma pessoa.

Mas, cuidado! Existe de tudo! Pessoas fazendo caretas, mascaradas, bizarrices e, é claro, muita sacanagem! Não esqueça que alguns vídeos podem ser fakes. Fora isso, o serviço oferecido pelo site criado por um Estudante russo de 17 anos é bem legal, eu tenho contato com pessoas da Rússia, Itália, Canadá, e França. Eu acho valido esse intercâmbio, conhecer outras pessoas, e um pouquinho da vida delas.

E fazendo um link com o post anterior, uma das usuárias do Chatroulette, é a socialite Paris Hilton.

E a foto seguinte é do Jonas Brothers, que eu já conversei no chat, mais esqueci de dar o print.



quarta-feira, 17 de março de 2010

Passe a mão, ela é bem loura

video

O Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) censurou, há duas semanas, a campanha publicitária feita pela Cervejaria Schincariol para divulgar seu novo produto, a cerveja Devassa Bem Loura.
Paris Hilton foi considerada sexy demais, segundo os principais veículos de comunicação do País, até para os padrões brasileiros (não muito rígidos, sejamos sinceros) de regulamentação publicitária. Que ela é uma vadia, pouca gente, aposto, vai discordar, mas não tiro seu mérito. Se alguém inventou o pau da barraca, foi para que um dia Paris pudesse chutar e aí é que está a graça da patricinha americana: ser mais estúpida do que se supôs ser possível. O título é dela e ninguém tasca. Mas o que Paris trouxe para o Brasil, prontamente censurado, foi a atitude devassa que todo mundo sabe que ela tem, mas que não se permite por aqui. Não mesmo?

Mulheres, caras e bocas, roupas (pouca roupas) provocativas e eis as principais elementos de grande parte dos comerciais de cerveja brasileiros. A Skol saiu do roteiro e as outras começam a seguir a mesma linha, mas isso é fato (no bar não tem foto de seis amigos fantasiados de latinhas no carnaval, tem?) Quanto à mocinha... Ela não precisava ser tão mulher-objeto, não é? Ela tem berço, dinheiro e, supõe-se, instrução. Mas, e quanto à proibição? A campanha é sexista, sim senhor, tanto quanto a postura de Paris é sexy. Ah, meu bem. Isso ofende as mulheres brasileiras, que são representadas por mulatas rebolantes semi nuas, tão igualmente sem cérebro quanto à americana censurada.

Neste ponto discordo do Dimenstein, que dispensa apresentações, mas considera um avanço a sociedade delimitar “livremente” os avanços. Por que não “limitar” as representações típicas da mulher brasileira, a índia seminua prostituta namorada de pagodeiro, então?

Estranho defender as mulheres somente quando sua imagem é degradada, depois de tantos episódios ainda mais ridículos. Não seria a hora de efetivar políticas públicas que realmente garantam conquistas palpáveis, ao invés de se discutir o quanto pode (ou não) uma mulher parecer sexy em um comercial de cerveja. Afinal, para você, consumidora tão assídua de cerveja quanto os homens - mas sem a barriguinha característica - o que seria um comercial de cerveja politicamente correto para as mulheres?

Há quem duvide que seja possível.

terça-feira, 16 de março de 2010

Uma companhia exemplar!!


A bolsa também tem saudade. Você já teve um amigo por mais de 13 anos e perdeu? Eu tive. Mas a minha amiga nesse caso, tinha 4 patinhas pretinhas e magras. Onde já se viu cachorro ter nome de gente? Bom, a minha tinha. Tati, uma pincheir preta de peitinho marrom e latido irritante. Teimosa e cabeça dura, acho que parecia com a dona. Era teimosa até para aceitar a morte.

Era uma coisinha pequenininha e corajosa. Explorava o quintal e com dois dias em casa descobriu como subir o degrauzinho e chegar à cozinha. A primeira cachorrinha que ganhou aos poucos o direito de entrar. O que tinha de teimosa, também tinha de esperta. Ela sempre entendia quando era mandada para fora. Mas dava um passo para frente, e dois para trás.

Sabia reconhecer uma pessoa doente, e ficava perto, como se estivesse encorajando a melhorar. Adotou dois gatos. Acreditem, ela começou a cuidar deles, e sem que tivesse tido filhotinhos ou qualquer coisa parecida, começou a dar leite. Os filhos adotivos dela ficaram duas vezes maiores que a pretinha, mas ela continuou a dar leite, até eles irem embora de casa. Nunca tinha visto isso, só a Tati mesmo.

Minha amiga ficou cega. Mas calma, foi por alguns dias apenas. Nunca descobrimos qual bicho picou, desconfio de escorpião. O veneno atacou o sistema nervoso. Pedindo socorro, no meio de um temporal, foi até a janela e ficou lá chorando até cair e não ter mais forças. Nesse momento, começou uma revolução na casa. Eram 2 horas da manhã, todos levantaram e começou a busca por um veterinário. Nesse dia descobri que não é só médico que faz plantão. Bolsa de água quente, leite e muita atenção. Ela sobreviveu, e sem seqüelas.

Além dessas histórias, não vou ficar contando todas, mas tenho várias. Enfrentou uma cobra, mordeu um sapo, fingiu uma gravidez, viu um carro passar por cima e muito inteligente, apenas abaixou a cabeça e esperou ele passar. Tinha defeitos? Muitos, um deles, era querer fugir. Ela chegou a aprender o barulho que o portão fazia quando apertávamos o interfone. Corria antes e abria com a patinha.

Há mais ou menos 7 anos, alguns carocinhos começaram a aparecer. O diagnóstico? Bom, o veterinário nunca chegou a usar essa palavra, mas descreveu exatamente como câncer. Disse que não adiantava operar. E as pequenas bolinhas na pele, tornaram-se tumores. Muitos diziam para sacrificar, mas é o certo? Ela corria, brincava, comia e latia sempre que alguém aparecia no portão. Optamos por deixa-la viver. E como viveu!! Mas, nos últimos dias, ela que sempre foi magra, parecia um esqueleto andando. Morticia a gente brincava, Fênix imortal, que por mais que parecesse que ia morrer, no outro dia levantava e saia correndo tentando fugir pra rua.

Quer mais uma lição que aprendi com ela? Aprendi que existe verdade na frase que muitos dizem: Não quero que morra, mas quem sabe, morrer não é o melhor para ela? Nesta sexta-feira, 12 de Março, aos 13 anos, a pretinha não levantou da cama. Quem sabe, como diz meu pai, ela não volta em um corpinho novo. Aquele coitada, estava lamentável. Desculpe aos leitores que não gostam de cachorro, mas ela merecia.



Ps: Fazendo uma matéria no Canil Municipal tinha vários filhotinhos para adoção. Quase que levo um escondido na bolsa, mas aí quem seria expulsa de casa seria eu!!
Ps2: A foto não é da minha cachorrinha, é de um dos animais para adoção do Canil, mas a carinha é a mesma!!!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Sobre a minha Apatia!

Essa semana durante uma discussão em família tive a certeza de que eu sou uma pessoa apática.Na verdade eu nem sei ao certo desde quando.
Na minha pré adolescência em uma reunião escolar, minha mãe ouviu da minha atual professora que eu era apática, isso é, não fazia questão de demonstrar sentimentos.
Ao longo da minha vida ouvi coisas do tipo:
-Você é fria.
-Você não tem sentimento.
-Por que você vive triste assim?

Na minha profissão então, inúmeros pais me questionavam em relação a minha falta de demonstração dos sentimentos.

Assumo!sou apática sim, mas nunca deixei de amar, de sentir, de sofrer.Simplesmente não acho que seja necessário ficar melando um aluno pra demonstrar meu carinho por ele.Dou carinho sim, mas não sou de agarrar, gritar ao mundo o meu amor.
Na faculdade sempre levo a pior, não dou risada de piadas idiotas e não tenho paciência com conversinha mole.Se eu gosto de você eu gosto e ponto.

Essa apatia me estorva sim, e muito, já assustei gatinhos na balada, já deixei de fazer amizades novas e tudo mais..

Mais tá legal..sou autista por opção.Sou assim e sou feliz ;)

domingo, 14 de março de 2010

Até que a morte os separe...


Casamento é sempre a mesma coisa. A noiva chorando. A mão da noiva chorando. As amigas da noiva chorando. Assim como as madrinhas, a mãe do noivo e as outras mulheres presentes. Mas por que as mulheres se emocionam tanto em casamentos?
Há quem acredite que é porque imaginamos a nossa hora no altar. Porque os desejamos aquele momento. Porque o idealizamos. Porque sonhamos, esperamos desde pequenas.
Entretanto, ninguém sabe, ao certo, o motivo do choro coletivo das mulheres nessas cerimônias.
Ontem fui a um casamento. A noiva é minha amiga desde criança. Lembro de jogarmos bola na rua. Do dia em que ela decidiu que nunca mais ia andar de patins, depois de um tombo. Das festinhas na casa dela. Das novenas, já que a amizade era entre as famílias, na verdade.
Entretanto, por motivos diversos, me afastei da família. E ontem, ao revê-los, chorei. Tanto, com e sem motivo. No final, foi tudo lindo.
E fiquei me perguntando por que sempre choro em casamentos (apesar de que nunca chorei tanto!). Procurei na internet alguma explicação para isso, mas não encontrei. Por isso, gostaria de saber: você chora em casamentos? Por que as mulheres se emocionam tanto?

sábado, 13 de março de 2010

Homens neuras, mulheres alfas


Eu falo o milagre: uma super ultra mega ereção, além de um sexo de 4 a 5 horas. O nome do santo? Eu conto: Pramil, um similar do Viagra brasileiro, vendido a R$ 2,00 cada (uma cartela se compra por R$ 30). Barato e eficaz, por que não usar? A pergunta correta é: por que os homens estão usando?
A gente reclama da vida feminina pós-moderna e esquece que a cobrança para o sexo oposto também é grande, desafiadora. Mulher tem que ser bem sucedida, bem gostosa, bem linda, e, claro, bem inteligente. Se for solteira aos 30 tem problema, então, mulher boa mesmo tem que ter um macho ao lado. E o macho ao lado. O que ele tem?
Tem problema também. Segundo a matéria de Luara Calvi Anic, Vai subir?, da TPM, os homens estão cada vez mais ansiosos. Por quê? Por causa das mulheres. As mudanças comportamentais das mulheres estão afetando os homens. Parte deles ainda não digeriu a liberdade feminina, sobretudo, a liberdade sexual feminina.
“O homem de hoje está mais ansioso do que nunca. Diante de cada vez mais opções – profissionais, sexuais e sociais –, vive em constantes sobe e desce em que os altos são marcados por euforias e os baixos, por crises de identidade. Aquela certeza de que era só ser forte, provedor e bom de cama para ganhar o título de macho foi por água abaixo. Especialmente porque o papel – e sobretudo a cabeça – da mulher também mudou.”
Então, para acompanhar o ritmo da mulherada e satisfazê-las sexualmente, eles tomam o Pramil - “Ele subiu, Pramil, ele subiu, Pramil”, diz a música do Psirico. E pelo jeito sobe mesmo, como afirma o entrevistado da TPM: “Você perde o controle sobre o seu corpo. Não me deu mais tesão, meu pau parecia um órgão duro separado do restante, com vida própria. Você goza e ele fica lá, incansável.”
Eles recorrem ao Pramil, elas recorrem às dicas, manuais, simpatias e sabe-se-lá-mais-o-que das revistas femininas – que não cansam de propagar a mulher alfa, aquela capaz de dominar o gato, deixando-o de boca aberta com suas performances sexuais. Juntos querem a perfeição. Na cama, tem de ser surreal. Daí a fuga da realidade e as mil e uma ajudinhas numa hora onde o homem e a mulher do século passado se bastavam. Hoje, até o sexo não tem mais o mesmo gosto que antes, ou melhor, gozo. Homens neuras, mulheres alfas. Não podia ser só homens e mulheres? Até quando vamos cobrar do sexo masculino e eles de nós?

sexta-feira, 12 de março de 2010

Qual é mesmo o problema?


“Se homens adultos já têm dificuldade com o tamanho da camisinha, como mostrou um estudo americano, imaginem os adolescentes… Não consigo visualizar um menino de 12 ou 14 anos à vontade pedindo uma camisinha extrapequena na farmácia. Será?"

Introduzo minha crítica à notícia de que uma
Empresa suíça lançou camisinha extrapequena para adolescentes com a conclusão, acima, dada pela blogueira da revista Época à referente notícia.

Está correto? É isto mesmo?

Diante da notícia, o que incomoda é o constrangimento da compra de uma camisinha pequena(?!). Eu posso entender que por questões viris, existe certo constrangimento aos olhos dos homens. E o fato de pré-adolescentes de 12 anos comprando camisinhas e serem sexualmente ativos? O embaraço está mesmo na vergonha da compra?
Devo estar atrasada, ou as coisas estão acontecendo rápido assim mesmo, ou a evolução humana está tão acelerada que além de sisos e apêndices extintos a puberdade atinge seus pimpolhos(?!!) em idade menos avançada. Afinal de contas, o homem tem dificuldade de procriar e a natureza precisou fazer algo a respeito.
Palhaçadas a parte, me sinto ranzinza e careta fazendo este comentário. Mas é que, aos doze, na minha época, velha como sou, ainda existiam Barbies e gibis ainda não substituídos pelas revistas Capricho nas minhas estantes.
Apenas uma década se passou e as coisas mudaram muito. Do tempo do arco da velha para os anos 90, um loooongo processo se deu para que jovens conseguissem conversar sobre o assunto com os próprios pais, para que sexo não fosse mais tabu, para que a música brasileira pudesse expressar sua verdadeira essência, para que adolescentes tivessem conhecimento de métodos anticoncepcionais... e em uma década as coisas mudaram esse tanto aí.
O meu problema é com o apoio da empresa suíça ao sexo precoce e também ao comentário que citei no início.
Mas quem sou eu pra reclamar?

Sofri de apendicite e extrai os 4 sisos. (!!!!!!!)

quinta-feira, 11 de março de 2010

O que mede uma paixão? Tempo ou intensidade?


Será que o tempo pode ser o medidor de uma boa relação? Mas será que a intensidade com que vivemos uma relação pode definir o que sentimos e desconsiderar o tempo? Essa grande e insondável dicotomia ronda a minha vida e a de tantas outras pessoas. Sempre fui muito intenso em tudo aquilo que vivi, nunca fui de ficar pegando aqui e ali, exceto algum caso mínimo. O complicado é entender o tempo da outra pessoa. Melhor, o complicado é fazer com que tanto a intensidade do que a outra pessoa está sentindo e o tempo no qual ela sente algo por você coincida com o seu tempo. Vejo vários relacionamentos acabarem porque um gostava mais que o outro, ou o outro gostava menos que um... Mas eu me pergunto... será que o amor nasce com o tempo ou tem que ter a intensidade de sentir na hora? É certo que o tempo modifica as coisas, mas minha questão é... será que se alguém não se sentir intensamente apaixonado por outra pessoa o tempo poderá trazer essa paixão? Muita gente diz que sim... que se apaixona depois, com o decorrer do tempo. Acontece que eu mesmo já vivi uma situação na qual em determinado tempo a outra pessoa estava inteiramente caída por mim e eu não por ela, e quando me apaixonei pela outra pessoa já era tarde... ela não queria mais nada... É complicada essa falta de coincidências... Apesar de toda discussão e toda dúvida que nasce em mim nesse sentido, eu, como bom e velho romântico sem pés no chão, opto por escolher com o coração e votar na intensidade... Porque para mim o querido e racional tempo pode até ser que ajude na maturação de uma relação... Mas pode também ser que depois de muito tempo nossas intensidades se coincidam e nos apaixonemos sem esperar... É bom viver a intensidade de uma paixão... no seu tempo... mesmo que a outra pessoa não esteja no tempo dela... viva o seu... a gente sofre? Na maioria das vezes, sim... Mas quem não se arrisca, não petisca...

quarta-feira, 10 de março de 2010

É dos cafajestes que elas gostam mais...



Sim, nós gostamos de cafajestes.
Todo homem que é romântico assumido, tem aquela dúvida, por que as mulheres não curtem caras que são muito grudentos, que vivem dando atenção mandando flores, ligando, mandando carta, enfim, homens que fazem de tudo para agradar a namorada?Pois bem, como disse, mulher gosta de sofrer. É VERDADE, não adianta você vim me falar que só sofre quem é idiota, porque tenho certeza que algum dia você já derramou alguma lágrima por homem, mesmo tendo a completa certeza que ele não valia nada e não te merecia, está ai o problema!
Nunca vi mulher chorando e dizendo, “a mais ele era tão fofo e atencioso comigo, tão bonzinho, sempre fazia o que eu queria…”, e por que nunca vi? Porque geralmente esse tipo de homem é meio frouxo, [não to falando sobre sexo tá?] é sim, os românticos que me desculpem, mas pra eles esta sempre tudo bem, tudo bom, ele vai continuar fazendo tudo como esta, às vezes fica monótono de mais entendem?
Nós só sabemos dar valor para os românticos depois de passar na mão de alguns cafajestes e sofrer MUUUUUITO.
Quando o cara é bonzinho de mais logo no começo, um completo grude, eu desencano na hora, agora quando ele é meio difícil, não te da certa atenção não sei, eu curto, não to falando que eu sou otária e gosto quando o cara me trata mal, mas quando você tem que correr atrás das coisas tudo fica mais legal, tipo desafios sabe?
Uma vez cafajeste sempre cafajeste: não ache que você por mais gostosa, simpática e confiante que seja vai conseguir mudar a filosofia de vida deles, sim porque pra eles ser cafajeste é como uma filosofia de vida!
Se você decidir que vai pegar um deles, esteja ciente que é só por diversão ok?
Nunca queira nada sério com eles, porque o máximo que você vai conseguir é um belo par de chifres e passar algumas noites meio pra baixo chorando por alguém que você JÁ SABIA o que é pior que não valia nada.Faça que nem ele faz com você, pega, mas não se apega sabe?
Mas como tem gente que AMA ser otária desafios, vamos lá…
Em raros casos, acontece de um cafajeste se apaixonar por você EU DISSE EM RAROS, não vai achar que você anda tão sortuda assim.
O que acontece é o seguinte, os cafajestes estão acostumados a viver cercados de mulheres, a maioria que eles pegam ficam no pé deles ligando toda hora, querendo encontrar com ele de novo, então se você quiser tentar fazer com que ele se apaixone tem que fazer exatamente o contrario.

Não ligue: Eles ligam uma vez, UMA VEZ SÓ e pronto, ta feita à merda, pois fazendo isso você vai se achar no direito de ligar novamente pra ele, e pronto de novo é ai que ta o erro, se você não ligar, ele vai achar estranho já que ele esta muito acostumado a ser paparicado.

Se for um cafajeste que você já conhecia antes de pegar, ai às vezes fica mais fácil ainda, você sabe como ele costuma agir e os lugares que ele freqüenta, sendo assim basta você ir aos mesmos lugares e ficar paradinha na sua. Não precisa ignorar ele, fingindo que não viu que não lembra bem dele, nada disso, basta não mostrar tanto interesse. De uma olhadinha, faça com que ele note sua presença.

Enfim, o que acontece é que a maioria das mulheres quando ficam com esse tipo de homem, já vão com a intenção de ser a única da qual conseguiu tira-lo da vida de cafajestagem e é ai que ta o erro.

De mais a mais, se isso nunca aconteceu com você relaxa que a probabilidade é grande.
Ahhhh lembrando… Como eu já disse, às vezes demora, demora muito, mas um dia você consegue dar o devido valor aos românticos.
É sofrendo que se aprende. ou não.

terça-feira, 9 de março de 2010

Não passa, tempo



Funciona assim, já me contaram: um dia eles crescem.

Mas, já me falaram, também, que é praticamente impossível se acostumar com isso (provo do gostinho amargo - e doloroso- da independência dele na prática, como boa possessiva que sou).

Com a mochila nas costas e um sorriso matreiro no rosto branco contornado por cabelos da cor do suco de limão, ele se despediu e saiu de mãos dadas com a professora. Naquele aceno e na visão dele entrando na sala de aula percebi que aquele pedacinho de mim já não era mais tão meu, mas um pouco do mundo também.

Doeu.

Chorei.

Tive medo e a cabeça povoada por inúmeras dúvidas.

Por fim concluí que é a vida, se apresentando em sua maneira mais clássica. Não preciso me assustar, eu sei. Nasci, cresci, reproduzi e agora envelheço, para um dia desses (sabe-se lá qual sorte me reserva) vivenciar o derradeiro fim. É simples, mas complicamos. Ele, que vive o mesmo ciclo, não pode envelhecer?

Não, não pode, respondo rápido.

E quando chegar a escola de verdade, as festas, as namoradas e for a vez dos meus cabelos ficarem da cor do suco de limão? Apesar da resposta infantil de Peter Pan, foi sendo mãe que eu me emancipei mulher e que aprendi que a vida, sim, pode ter um lado bom – ou vários (basta procurar novos ângulos). Nenhuma outra responsabilidade fez com que aprendesse tanto e tivesse prazer nisso, mas com o tempo passando, a idade correndo e ele crescendo, queria poder parar um pouquinho.

Só um pouquinho mais para nós dois.

O tanto suficiente para eu tomar fôlego e voltar a correr com o tempo, esse tempo que não perdoa a mim nem a ele. Nem a ninguém.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia da Mulher???????



Ainda não consegui decidir, se sou a favor ou contra o dia da Mulher! Se precisamos de um dia para tentar conscientizar os homens é porque as conquistas ainda não foram significativas, o que é uma vergonha. Penso o mesmo sobre Dia do Índio, Semana da Consciência Negra, etc. Mas... deixando as críticas de lado, a história do dia 8 de Março como dia da mulher é interessante, e penso que tem gente que ainda não conheça.

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas, equiparação de salários com os homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas. Mas, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857.
O interessante dessa história é que ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher.

Mais de 150 anos depois muita coisa mudou, admito... mas as manchetes ainda mostram o lado triste de ser mulher!

Tribuna:
No dia da mulher, em Luiziana (cidade próxima a Campo Mourão, duas mulheres foram mortas, uma por afogamento e outra assassinato. Uma mulher de 34 anos, Ana Iraci Antunes, foi morta supostamente por um adolescente e um adulto. Segundo as informações da Polícia Militar, Iracy tinha problemas de audição e já havia sofrido um ataque do adolescente no ano passado, quando ele invadiu sua casa e tentou violentá-la sexualmente.

Essa não surpreende tanto não é mesmo? E essa da Folha de Londrina:
O corpo de um homem foi encontrado na manhã desta segunda-feira (8), em Almirante Tamandaré. O cadáver estava jogado em um matagal, às margens do Contorno Norte. O homem aparentava 40 anos de idade e está sem identificação. O homem estava com as roupas íntimas rasgadas. "Há indícios de ter sido morto por agressão. Há pedaços de massa encefálica em uma pedra e indícios de que foi abusado sexualmente. Bermuda arriada, cueca toda arrebentada e pacotes de preservativos", disse o policial Wilson Esperança Junior. Peritos encontraram pedaços de cabo de vassoura no reto da vítima.

Choca bem mais né? E por quê? Pelo simples fato de que não é comum isso acontecer com homens. Um trecho do livro "Mundo de Sofia" fala que quando se cresce, se acostuma com o mundo, e perde-se a capacidade de se surpreender. Acho que é isso o que acontece quando lemos sobre mais uma violência contra a mulher. Nada mais surpreende, agora quanto ao homem....

domingo, 7 de março de 2010

Eu tô falando é de SEXO


Durante séculos o sexo para a mulher tinha somente o intuito de reprodução, as mulheres concediam sim o prazer ao seu marido, o mesmo por sua vez não fazia questão de retribuir, já que mulher 'direita' não se dava ao desfrute!
As mulheres passaram por muitas revoluções, ficamos mais independentes, lemos mais, temos acesso a muito mais informações a respeito e também um diálogo mais aberto com as outras mulheres, e para algumas o sexo já não é mais tabu.
Nesse final de semana uma amiga me confessou que os melhores dias do seu namoro aconteceram quando fizeram uma aposta, na qual eles iriam ao motel cinco dias por semana durante dois meses!Vocês imaginam isso meninas?rs
Ela disse que nesse tempo os dois ficaram mais cúmplices do que nunca e o namoro deslanchou. Outra amiga já diz que não aprovava toda essa aventura, que prefere o sexo do dia a dia, mas acha que o parceiro deveria se importar mais em lhe dar prazer.
Eu conheço mulheres que nunca atingiram um orgasmo e se quer conhecem bem o seu corpo, não sabem suas preferências e dessa forma não são nada exigentes, aceitam o que vier, na quantidade que vier!Ahh não né gente?Basta!
Direitos iguais também na cama, prazer para os dois, liberdade mútua de sugestões e chega de ser apenas coadjuvante.

sábado, 6 de março de 2010

Mulheres e crianças primeiro!

Estava assistindo Tsunami, ontem (gentem, não percam seu tempo...), e, quando chega a equipe de resgate, eles gritam para que os homens esperassem pelo salvamento. "Mulheres e crianças primeiro", diziam.
Desde que o mundo é mundo, ouvimos essa premissa. Na hora do aperto, machões de plantão, sinto muito, mas a vez é das mulheres. E por que isso?
Fiquei me perguntando a razão dessa escolha, ontem. Afinal, eu sou feminista, sim. Mas acredito no direito de igualdade, não de superioridade.
Quanto às crianças, é fácil entender. Completamente dependentes e geralmente indefesos, seria desumano de nossa parte deixá-los à mercê de fatalidades. Mas, e as mulheres? São salvas pelo simples fato de serem o 'sexo frágil'?
Depois de ponderar bastante a respeito do assunto, cheguei a conclusões que, para mim, são palpáveis. Nós, mulheres, crescemos aprendendo a cuidar. Dos nossos irmãos, dos sobrinhos, primos, cachorro, gato, galinha. Vemos nossas mães cuidarem, muitas vezes como babás, inclusive dos nossos pais e avós. E crescemos assim, sabendo que temos que cuidar dos outros. Pelo menos na maioria das vezes. Talvez seja meio institivo, também. Porque cuidamos de uma vidinha dentro de nós, não sei. Mesmo porque ainda não tive vidinha nenhuma em mim.
Então, acredito que salvar mulheres e crianças seja para que as crianças mantenham-se seguras, quando sãs. Porque os homens são, muitas vezes, 'cuidadores' natos. Mas raras vezes se saem melhor que a gente.
E você, o que acha disso? Acredita que o salvamento deveria ser igual para homens e mulheres? Diga aí o que pensa!

sexta-feira, 5 de março de 2010

O aborto, e eu lá em cima do muro

As discussões a respeito do Programa Nacional de Direitos Humanos III (PNDH III) não cessam. Críticas ao novo programa não faltam. Apontam-se questões negativas, principalmente, para os assuntos que dizem respeito à democratização da propriedade e dos meios de comunicação, à revisão de leis do período da ditadura militar, à união civil entre pessoas do mesmo sexo e à descriminalização do aborto. Sou favorável às posições que o PNDH III defende acerca dos pontos que acabei de citar. Mas tem um tema que ainda me deixa em cima do muro, o aborto.
O presidente Lula já se posicionou, adiantando que a descriminalização do aborto prevista no PNDH não expressa a sua opinião. Ok, eu coloco o meu tico e teco para funcionar e...nada. Continuo em cima do muro. Na verdade eu acreditava ter uma opinião formada a respeito, sempre me posicionei a favor da legalização do aborto, além das instâncias de estupro e riscos de vida da gestante – que já é garantido por lei. Parei para pensar nessas adolescentes grávidas, que fazem um filho atrás do outro e acabei subindo o muro. Era justamente pelas adolescentes que eu me dizia a favor da legalização.
Na minha ignorância e na tentativa de contribuir para um mundo melhor, acreditava que se as 485,64 mil meninas que engravidam por ano pudessem escolher entre ter o não o bebê, a vida delas poderia tomar outro rumo. Uma opção a mais para quem engravida aos 13 anos, faria diferença. Talvez a menina não tentasse fazer um aborto clandestino, que é o que maioria acaba ou tenta fazer. Talvez não encomendasse aquele remedinho que vendem ali na fronteira, porque é proibido por aqui, ou então não daria à luz a um filho que, na maioria das vezes, não é bem vindo. A legalização pouparia a criança de sofrer.
Eu gosto da legalização também porque é um direito da mulher, na minha opinião, de decidir se quer ou não ir adiante com uma gravidez indesejada – que na maioria das vezes é indesejada pelo casal. Penso nas inúmeras mulheres que engravidam sem desejar e depois jogam seus filhos no mato, no rio ou no vaso sanitário - como aconteceu no final do ano passado em Cascavel/PR . Penso que se o aborto fosse legalizado, crimes como estes não aconteceriam. Talvez.
Eu desacelero meu raciocínio a respeito da legalização do aborto quando me deparo com a questão da vida. Quando eu e você somos gente? Na fecundação? Na barriga? Fora da barriga? Eu não sei responder. Se o aborto for legalizado vai diminuir o índice de gravidez precoce? Haverá menos mulheres perturbadas, infelizes? Menos crianças que sofrem? Uma parte de mim diz que sim e a outra responde, enfaticamente, que não. Pode ser que piore a situação, o ato pode se tornar banal. E aquela garota que teria 3 ou 4 filhos de homens diferentes? Com a legalização ela faria 3, 4 e até 5 abortos. Quantos abortos se fazem por mulher? Quantos abortos alguém consegue fazer, assim, de consciência limpa? Neste caso as crianças seriam jogadas no mato, no lixo ou no vaso sanitário antes de nascerem. É crime também?
Penso na legalização do aborto para pessoas responsáveis, não para qualquer pessoa. Como identificar a pessoa responsável? Eu tenho certeza que tem mulher que vai achar que ir à clínica de aborto é como ir até a padaria. Conheci uma garota com seus 20 e tantos anos, já tem 2 filhos de pais diferentes e 3 abortos no currículo. Parece boa mãe, apesar dos filhos não terem muita perspectiva de vida, no momento pelo menos, ao lado dela, que se esforça para gostar das crianças. Penso que se ela tivesse a oportunidade, faria tantos abortos quantos fossem necessários, porque ser mãe estava longe, bem longe dos planos dela...De novo os pontos de interrogações me perseguindo. Não consigo descer do muro. E você?

quinta-feira, 4 de março de 2010

Mania de sapato

É congênito. O homem coloca seu status a frente do conforto e da real condição.
Isso tudo está diretamente ligado ao vestuário. E os calçados fazem parte do time.
Sapato é, hoje, mania entre as mulheres. Ao menos para a maioria delas. Além da primordial função, define a personalidade da usuária e, ainda, sua condição social. Essa função secundária é herança de quando os sapatos foram criados. A princípio, nossos ancestrais desejavam proteger seus calejados pezinhos. Mas como a revolução industrial ainda estava longe de acontecer, apenas os faraós, políticos, senhores feudais e bambambans dos séculos passados podiam ter o acessório. Pois então, e não é que o sapato, desde sua concepção, é considerado acessório?!
Há um tempo os bonitões já não têm apenas seus tênis esportivos e sapatos sociais puramente pretos. A moda masculina tem crescido e, como comentou nosso caríssimo HCR na postagem anterior, a vaidade deles está aflorando e isso se reflete no vestuário.
Atualmente, “precisamos” de um closet para as roupas e outro para os calçados. Mas isso só porque a revolução já passou, a produção em série está cada vez mais frenética e nós, meras mortais, já podemos comprar dois pares de uma só vez.
Eu gosto, coleciono, repasso e renovo. Todo mundo tem uma mania.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Homem embelezado. Frescura?


Vamos falar de homens. Isso me apetece. Mais, vamos falar de homens que se cuidam. Assistindo a TV esses dias vi um comercial sobre a saúde masculina que me fez refletir sobre a questão. Geralmente vemos as mulheres sempre super hiper mega ultra empenhadas em estarem cada vez mais embelezadas para a vida, mas hoje temos uma classe de homens que decidiram repensar a questão de que vaidade é coisa meramente feminina. Os metrossexuais, como são chamados, tem aparecido com muita frequência no nosso mundo atual, e chamam, com certeza, a nossa atenção. A polêmica gira em torno de algumas atitudes tomadas por eles que foram estigmatizadas como atitudes femininas e que acabam causando uma certa estranheza por parte da sociedade. Por exemplo, no blog masculino para metrossexuais http://homensquesecuidam.blogspot.com/ , questões como " Comprar a maquiagem certa" e "Que tipo de base devo usar?" são comuns e frequentes. É claro que isso causa uma revolta no público machão que ronda aí pela internet, mas na minha opinião, já era mais do que hora de os homens tomarem esse tipo de cuidado. A mulher tem que estar impecavelmente bela, passa horas num salão e dias de academia para agradar o moço, agora é a vez dele! E você, mulher, o que acha disso? Conheço várias opiniões sobre o assunto. A maioria acha que metrossexual é um nome bonito para gay enrustido. Balela. Existe muito hetero por aí que ama se cuidar e estar bem consigo mesmo. E aí? Topa passar horas no esteticista com seu namorado?

terça-feira, 2 de março de 2010

2012



Estava eu, lendo as notícias matinais como de costume, quando me deparei com a coisa mais absurda que já vi nesses últimos dias...Segue abaixo o texto que a BBC Brasil veiculou na manhã de hoje:
Uma bebê de sete meses baleada no peito pelos próprios pais sobreviveu depois de permanecer sozinha por três dias até ser encontrada pela polícia, na última quinta-feira, na cidade de Goya, norte da Argentina. Francisco Lotero, de 56 anos, e Miriam Coletti, de 23 anos, teriam firmado um pacto de suicídio por temerem os efeitos do aquecimento global. Assim, eles mataram a tiros o filho de dois anos, balearam a filha de sete meses e se suicidaram. Sobre uma mesa na casa foi encontrada uma carta em que os pais expressavam seu nervosismo diante da falta de ações dos países contra a crise ambiental. A bebê só foi encontrada depois de os vizinhos desconfiarem do cheiro que exalava da casa e notificarem a polícia. Segundo o hospital local que cuida da menina, ela recebeu um tiro de calibre 32 que atravessou seu peito, mas sem atingir nenhum órgão vital. Quando foi encontrada, ela estava banhada em sangue e apresentava um quadro grave de desidratação. Os médicos informaram que a paciente se recupera bem e está fora de perigo. Depois de receber alta, ela deve ficar aos cuidados de seus avós maternos.

Sério, eu estou com medo. A humanidade está em colapso, não sei mais o que está acontecendo com os valores da nossa sociedade. Eu a cada dia mais estou acreditando na teoria maia do fim do mundo em 2012.