quarta-feira, 30 de junho de 2010

Até que a morte os separe.Será?

Desde sempre as cerimônias de casamento me emocionaram.Choro, fico me imaginando ali, presente no lugar da noiva.Chego a pensar na cor da decoração, na quantidade de padrinhos, na música da entrada.Logo desisto.
Não acho que eu teria tanta vontade, paciência, dedicação entre outras coisas que me fizessem decidir me casar com tamanha pompa e circunstância.
Em muitos casamentos, a bênção de Deus se torna coadjuvante, já que a quantidade de convidados, local que será realizado, valor gasto pelos pais dos noivos, entre outros, assumem um papel de maior importância, desviando-o do foco principal.

Talvez seja uma coisa minha mesmo, e o meu eu romântico não consiga suportar um ritual tão grande unicamente para mostrar a sociedade que eu encontrei o amor, e serei feliz.
É claro que não posso generalizar e dizer que a cerimônia de casamento sirva unicamente para isso, mas boa parte das que eu já frequentei, eu garanto terem sido.
Como meu amigo Pedro já me disse, sou muito realista, dessa forma, não posso jurar um amor "até que a morte nos separe" se eu não sei se vou amar aquele ser o resto dos meus dias!


E vocês, querem se casar com todo esse ritual?acham que realmente seja necessário?

terça-feira, 29 de junho de 2010

Da arte de amar*


Aconteceu com uma amiga minha. Mas poderia ser comigo mesma, ou até mesmo com você. Recém-chegada a uma nova cidade, interessou-se por um rapaz. O sorriso dele a conquistou assim, de primeira. Pelas circunstâncias, até mesmo de trabalho, acabaram se encontrando com certa frequência, até que o inevitável aconteceu: ficaram juntos. Contente, veio me procurar, contar a novidade. Quando ela me disse de quem se tratava, um baque. "Mas ele é casado!"
Minha amiga ficou descrente. Isso, entretanto, não a exime da culpa de ter continuado com ele. Conversou com ele a respeito e ele disse que acreditava que ela soubesse, mas não se importasse, que ele era casado. Ela, que nunca esperou uma coisa dessas para a sua vida, entrou numa crise de consciência mas decidiu continuar com o romance. Mesmo que soubesse que era uma furada.
Sempre que ela me contava, eu ficava tentando entender como alguém se submete a uma situação como essa. Mas, acreditem, queridos, eu mesma os vi juntos e não dava para acreditar que ele era casado. E ela me contava do tempo em que passavam juntos e do quanto ele a fazia feliz. Não, não dava para eu julgar. Nem a ele nem a ela.
Não entro no mérito do 'moralmente correto' da questão. O que quero discutir, hoje, é o que vocês fariam numa situação dessas. Se você descobrisse que a pessoa com quem está tem outra e que, no caso, a outra é você, mas você gosta muito dessa pessoa, o que você faria? E se uma amiga lhe pedisse ajuda, que conselho seria o seu?
Nós geralmente pensamos no lado daquele que foi traído, mas e se nós estivéssemos do outro lado? Como agiríamos?



*Amante é uma palavra que não cai bem, ninguém quer ser. Mas não é quem ama?

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O casamento da minha melhor amiga

Tá. Confesso que ainda não me acostumei com a ideia, mesmo tendo ciência que o casamento seria natural para um casal como eles.
Tempo. Ok, acho que já até me acostumei com a ideia, o que sinto é uma pontada, que não sei dizer bem certo o que é. Talvez seja ciúmes, porque, sim, eu tenho ciúmes das minhas amigas. E, também, pode ser um pouco de tristeza, não por eles, não por mim, mas por constatar que estamos realmente ficando maduros.
De vela oficial, no começo do namoro, à madrinha de casamento. Que honra. Ver os dois assim, tão decisivos e tão felizes, me deixa bem e, muito, feliz também. Afinal, eu acompanho a história dos dois desde o começo.
É. Stéphanie e Willian vão se casar. Para aqueles não os conhece, convido para acessar o blog do casamento deles. O site foi ideia da Paula. Eu e Mariana embarcamos juntos nele, assim como os noivos que podem compartilhar com os amigos e familiares um momento tão importante e único na vida deles.
E não é só a minha amiga que vai se casar, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o número de casamentos aumentou nos últimos anos. O matrimônio nunca sairá de moda? E vocês, desejam se casar? Participando dos preparativos do casamento da minha melhor amiga sinto uma vontade enorme de casar, de ter uma festa, de tirar fotos lindas como as que estamos vendo.
No momento o casamento é um desejo, mas a cerimônia ainda não está inclusa na minha lista das 30 coisas que eu devo fazer antes dos 30 anos. Quem sabe mais tarde. Ou mais cedo. Ou nunca. Ah, o amor...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Cafajeste: um caso de amor e ódio...



O que faz esse tipo de homem ser tão odiado e, na mesma intensidade, tão amado por boa parte das mulheres?

O homem cafajeste é um tipo clássico. Existe em nosso meio há muito tempo. Mas o que é um cafajeste? Homem cafajeste não se contenta com uma mulher só. Estando solteiro, noivo ou casado, não importa, estar com uma única mulher é monótono. Os cafajestes estão sempre na conquista, sempre caçando. Tem o domínio da arte da sedução, sabem o que dizer e o que fazer nos momentos propícios, e, sem dúvida nenhuma são cheios de charme, tornando-se irresistíveis para as mulheres.

Apesar de saber como são, perigosos, a mulherada cai matando neles. Conheço mulheres que procuram um homem direito, trabalhador, responsável, que deseja compor família... Mas, também na mesma proporção, ou em quantidade maior, conheço mulheres que gostam mesmo é de se envolver com cafajestes (mesmo ela achando que ele não é cafajeste). Fêmeas que querem um cafa são capazes de romper um relacionamento seguro para entrar de cabeça em relacionamentos (se é que assim pode ser chamado) com este tipo de homem.

O que eles têm que atrai e deixam as mulheres loucas, ninguém sabe. No mínimo deve ser pelo cheiro, magnetismo, charme ou vagabundagem mesmo! O fato é que o cafajeste é perito na arte de satisfazer uma mulher naquilo que elas desejam: prazer mesmo que momentâneo. Um homem comum, por mais carinhoso que seja, se não souber dar o prazer que a mulher busca, será trocado por um cafajeste. E, eles estão por aí, mulheres carentes podem encontrá-los em seu caminho, com toda certeza, constantemente. Quando isso acontece, sem qualquer sombra de dúvidas, o carinhoso será trocado pelo cafajeste.

E você, carinhoso ou cafajeste? Fale sobre sua preferência, sem se esquecer que é dos cafajestes que eles gostam mais.

Para saber mais sobre essa raça : Manual do cafajeste moderno


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Should I stay or should I go?



Decidi ir.

Escolhi e é claro que estou com medo de amargar o peso da decisão.

Comecei a olhar paisagens de que nunca gostei com olhos pesarosos de abandono, a ver as pessoas daquele jeito, aquele que uso para tirar fotos mentais. Senti diferente o sol se pondo em Santa Catarina, pensando nos tantos que já vi no centro do Paraná, imaginando que sensação os novos trarão. É um medo letárgico de uma nova rota, escolhida por um motivo não muito claro.

Eu sou de gêmeos, pô, não é fácil nem mesmo escolher o sabor do sorvete, é preciso explicar. Não termino relações, não começo brigas, não endosso conflitos, sou a favor dos empates – muitos em zero a zero, para não acelerar as batidas do coração.

Mas, como já disse um amigo bem versado em muitas artes que não só o futebol, “a Suíça ficou 558 minutos sem tomar gols em copas, mas qual a vantagem? Riscos são necessários”.

Agora é tempo de tentar a taça.

Posso contar com minha equipe?

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Maluca, malina, malandra, má.

É, de fato, verdade que com o aprendizado de experiências anteriores, agimos de forma diferente nas experiências posteriores.
Só para ilustrar de maneira exacerbadamente superficial: Fulano sofreu por cicrano. Fulano, na seqüência, faz mal a Beltrano. Beltrano, por sua vez, faz de Cicrano um calouro. Facilmente imagino um moto-perpétuo.
E se é verdade que colhemos o que plantamos, que tudo que vai, volta ou que tudo que sobe, desce, que se dane o Fulano!

Mudamos nossas atitudes de acordo com a forma como experimentamos as relações. Inconscientemente e para a nossa proteção, instintivamente.
Somos animais racionais. E podemos, por esta característica, distinguir as atitudes do coleguinha ao lado e agir de acordo com ela, sem pensar naquele ex-coleguinha que colou um bilhetinho “kick me” nas suas costas.

A desconfiança atrapalha o desenvolvimento, concordam?!

Então concluo que nossos sentimentos, por essência, nos fazem irracionais.
Quantas vezes você fugiu de quem não te ameaçou?

Culpa do primeiro mau humano.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Paixão de Salto Alto


Antes do início da copa, foi colocado um post criticando uma matéria explicando o ‘universo do futebol’ para as mulheres. Ok, a matéria era extremamente exagerada e usava todo e qualquer tipo de estereótipo possível, mas confesso que não sei muita coisa sobre o esporte não. Não sou boa jogando qualquer tipo de esporte e só acompanho futebol de quatro em quatro anos. Mas entendo o sentimento de torcer por um time, já torci por um da região e cheguei a acompanhar pelo rádio a transmissão do jogo pois não passaria em nenhum canal.
Só que isso, acredito que seja identificação e não paixão pelo esporte. Era o time de Campo Mourão destacando a cidade para o estado, o centro de treinamento era ao lado do colégio em que estudava, ficávamos vendo eles treinarem durante o intervalo. Pena que o time me decepcionou, se vendeu para outra cidade, nunca mais ganhou nada e eu nunca mais torci para ninguém.
Só que decepções a parte, é impossível generalizar dizendo que mulher não entende ou não gosta de futebol. Para mostrar isso, a diretora do jornal que trabalho, que se diz torcedora fanática de jogos de futebol sugeriu que eu encontrasse mulheres que gostavam e entendiam do assunto. Eu achei, três na verdade.
Duas delas acompanhavam o marido aos jogos e disso, viraram torcedoras e depois integraram o trio de arbitragem. Ensinando para muito torcedor que elas tem o seu lugar no mundo esportivo. Deixando em casa filhos pequenos e marido, elas dizem nunca se arrepender. A terceira ainda é estudante, mas já jogou bola por muito tempo. É torcedora do Atlético e deixa bem claro que não porque tenha escolhido, mas sim porque o time a escolheu. Quem quiser ler a matéria na integra, pode acessar: http://www.tribunadointerior.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2703:paixao-de-salto-alto&catid=49:esportes&Itemid=95

E vocês? Nessa época de Copa do Mundo, onde o futebol é o assunto desde o local de trabalho à fila do banco, onde se encaixam? Gostam, torcem e entendem?

Ps: Não entendo de futebol, mas em um bolão com 7 homens e eu, adivinha quem ganhou o prêmio acumulado de R$ 32,00?
Ps 2: Deu um trabalho tirar essas fotos!!! Rs...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Outros Tempos


Durante muito tempo a mulher foi vista pela sociedade como aquela que cuida do lar.Os serviços domésticos só deveriam ser feitos por ela.Passar roupa, ou lavar louça, eram obrigações que quando feitas pelo homem denegriam a imagem da mulher.Era vergonhoso para a esposa, o marido estar com uma camisa mal passada, ou então um branco não tão branco assim.
Quando pequena, eu morria de medo de me casar e ter que cuidar de tudo isso, já que a minha mãe fazia isso na nossa casa.Me apavorava o fato de ter que por a mão em um vaso sanitário, ou ter que lavar aqueles pratos gordurosos.A cozinha então, definitivamente nunca foi o meu forte!

Para o meu alívio, graças a nós(mulheres)essa situação mudou bastante.As mulheres estão educando seus filhos de uma outra forma.Na escola, alguns alunos comentam comigo que ajudam em casa, lavando a louça, trocando a fralda do irmão mais novo e até varrendo a casa, coisa que meu irmão por exemplo jamais fez, por ser menino.
Hoje podemos ver os homens cozinhando, lavando, passando roupa e cuidando da cozinha sem a ajuda de uma mulher.estamos mais exigentes, não nos conformamos mais com homens de pensamentos retrógrados ou idéias machistas.
Eu certamente não namoraria um homem que quisesse me ver na cozinha ou invés de me ver na cama, por exemplo!

Em casa, quem quiser comidinha bem feita, precisa ir a cozinha fazer.
Confesso que eu vou adorar ficar na mesa esperando o jantar!

E vocês meninas, como se comportam diante dos "deveres" delegados a nós.São prendadas?