quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Nem sempre promíscuos.


Olá, depois de muito tempo de molho, estamos aqui, de volta a ativa, já estava com saudades... Dia desses me revelei para uma professora da Universidade. Ela logo veio me dizendo que não tinha nada contra homossexuais, que inclusive ela tinha um casal de amigos que eram gays e que viviam juntos e naquele mês mesmo eles tinham ido à casa dela e ela inclusive teria deixado eles brincarem com o filho dela, pegarem o filho no colo... Eu fiquei meio chocado, na hora. Deixar que o filho fique "nas mãos" de homossexuais seria um perigo? Pensei que fosse pouca gente que pensasse assim... Não! Encontrei uma matéria no maringay.com que traz um estudo que constata que mães lésbicas não abusam de seus filhos. Tudo bem, a matéria é a favor da família de mães lésbicas, já que o resultado do estudo é positivo, mas para que este estudo? Para provar que existe respeito sim entre homossexuais e que eles não saem por aí pegando criancinhas inocentes. Refleti um pouco mais sobre isso. Também pensei no lado da moeda gay que é devasso. Há muita promiscuidade no mundo gay, fato. Mas também há promiscuidade no mundo hétero, fato. Penso que a parcela de gays não-devassos ficam ofendidos com tal tipo de contestação. Porque só para provar à sociedade que gays também são gente, já dá um trabalho enorme, agora também lutar para dizer que nem todos são promíscuos, é mais uma luta. Concordam? Opinem, gente.... Um beijo no coração e simbora colorir!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Jornalista. E bem pago.


Essa não é a minha realidade. Nem a da maioria dos meus amigos e colegas de profissão. Sofremos acúmulo de função, trabalho excessivo (a carga horária, de acordo com a convenção vigente, é de cinco horas diárias. Há quem trabalhe 12 por dia aqui na cidade) sem a devida remuneração de hora extra, falta de equipamentos adequados, abuso dos chefes...
Quem vê de fora acha que o que fazemos é pouco, porque geralmente não é braçal. Acreditam, também, que somos remunerados de forma exorbitante. Isso que conheço pouquíssimas pessoas que ganhem o piso, então imaginem! Isso tudo porque foi criado um certo glamour para a profissão que, para quem vê de longe, faz parecer que ganhamos o melhor salário do mundo. E não é bem assim.
Além disso, os veículos contratam não-formados e não-jornalistas desde a queda da obrigatoriedade do diploma. Porque é mais barato, mesmo que com menor qualidade. Mesmo que, às vezes, sem qualidade. Sim, eu sei que ter ou não diploma não certifica, a ninguém, qualidade. Mas já dá o direito de exigi-la.
Hoje o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor) está de preto e roxo. E nós abraçamos a causa. Que o salário seja justo. As cargas horárias não sejam abusivas. Que tenhamos tempo para nós mesmos, de vez em quando. Para outros projetos. Outros sonhos. Que tenhamos nossos direitos garantidos.
Profissionais, é preciso que nos mobilizemos. Que nos valorizemos, senão, ninguém mais o fará. Hoje, nos vistamos todos de roxo ou preto. Pelos nossos direitos.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A atual do meu ex-namorado e as outras também


Você termina o namoro, acha que, apesar dos pesares, está livre. Para mudar de vida, para aproveitar os amigos, para conhecer outros amores. Mas não. Você ainda não está totalmente livre do seu ex-namorado. Por quê? Porque a atual namorada dele liga para você, manda e-mails para você. Visita-a todo dia, no seu Orkut.
Sim, vocês não estão mais juntos, mas ela acredita que há alguma coisa e por isso a persegue, constantemente, como puder, onde puder. Estranho não? Entretanto, acontece. Acontece todo dia, com alguma mulher. Aconteceu comigo também.
Em um dos meus términos, a atual do meu ex me mandava e-mails, pedindo para que eu ficasse longe dele – eu nem o via mais - , para que eu não respondesse os e-mails dele – eu não respondia, queria distancia - , para que eu não atendesse a ligação. Ok, fiz tudo isso, mas não porque ela pediu, mas porque eu não estava afim. É como dizem por aí, depois que acaba a relação, mantenha distância e mande luz e amor para a pessoa. Assim eu fiz, talvez sem luz e sem amor. Mas fiz.
Mesmo assim, a guria, a atual, me mandava e-mails gigantescos, confessando a insegurança que sentia em relação a minha pessoa. Talvez porque eles começaram a namorar poucas semanas depois de nós terminarmos... Enfim, o estranho e chato é ela me mandava esses e-mails. Eu respondi o primeiro, só. Depois fui ficando irritada, porque dos e-mails passou para ligações no meu celular. A partir daí, fiquei com dó. Fui grossa. Cansei de ser educada, falei para me deixar em paz. Funcionou.
Depois dessa maluca, recebo algumas visitinhas no Orkut. Não passam disso. Ainda bem, porque têm mulheres que quando se apaixonam, perdem a noção do ridículo. Isso acontece com várias, de todos os tipos, tamanhos, classe social e até nível intelectual. Não são só as não graduadas que armam um barraquinho por causa de homem. As doutoras também se expõem. Arrumam desculpas para ligar para ele, forjam situações para se encontrar com ele. Interpretam qualquer cena para ter a atenção dele.
Quando são tomadas por uma névoa de insegurança, mesmo estando com eles, atormentam quem a elas representa perigo. Que pode ser você - a ex - ou a melhor amiga e até o melhor amigo. Alguém entende?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Mais valor, menos preço


Recebi um e-mail muito interessante. Falava de um artigo que o autor havia lido que dizia que, se tivesse economizados seus cafezinhos diários, suas pizzas com amigos e caipirinhas comemorativas, poderia chegar a ser um sexagenário milionário. "Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante". Ainda no e-mail, o autor disse que fez as contas. Se economizasse tudo o que o artigo dizia, teria, em sua conta, praticamente R$ 500 mil. Dinheiro que não tem. "Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade", comenta.
Ele conclui dizendo que é muito feliz em não ter todo esse dinheiro mas ter podido viver com prazer. Porque é preciso ser feliz, não rico. É preciso saber o valor das coisas, e não o preço que custam.
Preciso dizer que achei fantástico. É, no mínimo, uma lição nesse mundo capitalista.
E você, dá mais valor ou preço às coisas? Quer ser feliz ou rico?

sábado, 30 de outubro de 2010

No fim, um pouco de baixaria faz bem.



Os momentos a dois, as carícias, os abraços apertados, a coisa da sua boca na boca dele, das mãos dadas, dos pés entrelaçados debaixo do edredom. Não é fácil de esquecer. E dá saudade dessas coisinhas e de muitas outras mais. Então quando se discute, quando se magoa um ao outro, é mais fácil de esquecer aquele que um dia você desejou ardentemente e frequentemente.
A baixaria é necessária para o fim de um relacionamento. A briga e o ponto final tornam mais fácil o caminho daqueles que um dia se juraram amor eterno. Uma amizade? Melhor não. Sentimentos mornos não combinam com casais que viveram à flor da pele. E você, o que acha?

"Nada pior do que este amor fraterno entre um homem e uma mulher que antes já viveram loucuras. Melhor odiar aquele que você amou carnalmente do que torná-lo irmão. É por isso que todo relacionamento precisa de uma baixaria para acabar. Para não sobrar nenhum afeto civilizado, muito menos amor. Um amor morto. Amor molenga, flácido, gelatinoso. Amor de madrinha. Um horror." Fernanda Young

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O que as mulheres buscam...

Já ouvi de tudo, que mulher é incompreensível, que vivem em um mundo a parte. Uns dizem que para agradar uma mulher é preciso ter beleza, outros charme, outros dinheiro, outros falam que não é nada disso, que é preciso inteligência. Enfim, as explicações são várias. Quando são mulheres reclamando acredite, o discurso é bem parecido.
Diante de todas as ‘ditas verdades’, alguns dias atrás achei uma teoria nova, que é perfeita, e o que é melhor, para ambos os sexos. Não lembro o site e nem o autor (tinha salvo no computador do trabalho, mas ele queimou no último temporal e foi formatado).

Queremos ser especiais para alguém

Simples não? Não, não é. Para que isso seja verdade a pessoa que nos acha especial tem de merecer. Nós temos de acha-la especial também. De nada vale uma pessoa que não consegue somar dois mais dois dizer para você o quanto você é inteligente e ela te admira.
Isso se repete para tudo o que você valoriza. O homem não busca a mulher bonita e com o corpo perfeito simplesmente pelas suas qualidades físicas. Até porque, como disse o autor do texto: “Na hora da verdade, isso não interfere muito no prazer”.
Ele busca aquela mulher que poderia ter qualquer homem e mesmo assim escolheu ele. É essa sensação que causa tanta atração. O mesmo para a mulher.
Aquele cara charmoso conquistaria qualquer uma, mas mesmo assim ela tinha alguma coisa especial porque ele a quis.

Ciclo vicioso

Acharam que então é simples né? Mais uma vez, não, não é. Ninguém é perfeito e volta e meia vamos descobrir que aqueles que nos fizeram sentir especiais, não são tão especiais assim e é aí que muitos relacionamentos terminam. Nessa hora, o autor da teoria diz e eu concordo, o que vai fazer a diferença de verdade é o que os dois construíram juntos, o companheirismo pode sim substituir a atração inicial que era baseada em uma sensação egoísta.

E ae, concordam ou não com minha teoria roubada de um autor momentaneamente esquecido por esta que vos escreve?

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Machismo. Nas mulheres, inclusive.

Crescemos sabendo que nosso lugar é na cozinha. Aprendemos, de meninas, a lavar, passar, cozinhar, limpar, costurar. Todos esses infinitivos que fazem de nós boas esposas, boas mães, boas donas de casa. Juro, nada contra. Quando a pessoa é porque quer. Não por que lhe incutiram isso. Eu, mesma. Odeio afazeres domésticos. Mas amo cozinhar. Faço porque gosto. Tá, eu limpo, lavo e de vez em quando passo, também, mas só porque não posso pagar alguém para fazê-lo. Ainda!
Mas somos nós, mães, irmãs, tias, enfim, mulheres, que cultivamos isso. Nós, quando fazemos porque não é serviço de homem. Nós, que nos deixamos ser humilhadas por uma migalha de sentimento (falso!) que achamos nutrirem por nós. Nós, que permitimos que eles serem 'galinhas' seja uma coisa boa e nós, não. Nós, que criticamos quando uma de nós toma a iniciativa. Precisamos, nós, pararmos com isso. Precisamos aprender que temos o nosso lugar. E não ficar à sombra de ninguém.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Criança morre com tiro disparado supostamente pelo amigo

Hoje durante o dia acompanhei pela televisão a notícia de que uma criança de nove anos morreu nessa última quarta-feira, vítima de um disparo de arma de fogo dentro da própria escola.
A polícia suspeita que o disparo tenha sido feito por um outro amigo da criança.Segundo a professora responsável o menino atingido, Miguel Cestari Ricci teria ido até a sala com um amigo quando ela ouviu um desparo.A criança foi socorrida mas não resistiu.
A primeira coisa que pensei quando ouvi a notícia foi na dor dos pais.Como conseguir aceitar que seu filho foi para a escola e lá foi atingido por um disparo realizado po um amigo da mesma idade.De quem seria a culpa?
Logo em seguida a matéria o pai foi entrevistado.Confesso que chorei, chorei muito ao ver a dor do pai.Me coloquei no lugar dele e senti um aperto no coração nunca antes sentido.
Rezei.Num momento assim, só Deus pode conseguir confortá-lo.